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Paratletas do badminton ganham novas cadeiras de rodas adaptadas

A doação integra o projeto “Parabadminton – Superando Limites”, selecionado pelo Siespi

Da Redação

Quarta - 25/02/2026 às 18:09



Foto: Atletas do Parabadminton do Piauí estão entre os dez melhores do Brasil
Atletas do Parabadminton do Piauí estão entre os dez melhores do Brasil

Atletas de parabadminton ganharam hoje novas cadeiras de rodas esportivas de padrão internacionalA doação foi feita pela Secretaria dos Esportes, que investiu R$ 60 mil. A ação foi viabilizada por meio do Siespi, programa do Governo do Estado executado pela Secretaria dos Esportes (Secepi), que segue ampliando oportunidades e fortalecendo o esporte piauiense.

A equipe de parabadminton do projeto vem se consolidando como referência na modalidade. Em 2023, os atletas conquistaram seis medalhas em campeonatos (três ouros, duas pratas e um bronze). Já em 2024, o desempenho foi ainda mais expressivo: 42 medalhas, sendo nove de ouro, 12 de prata e 21 de bronze, em competições regionais, estaduais e nacionais.

Foto: Ascom Secepi

A secretária dos Esportes, Josiene Campelo, destacou a importância do investimento para o desenvolvimento do paradesporto no estado. “Vamos trazer mais investimento para fortalecer ainda mais o badminton do nosso estado”, garantiu. 

Segundo Mauro Eduardo, secretário de Estado para Inclusão da Pessoa com Deficiência (Seid), o investimento impacta diretamente no desempenho dos atletas, que estão entre os dez melhores do Brasil. "Fico muito feliz porque sabemos que o esporte é um instrumento de inclusão, de reabilitação e faz com que as pessoas com deficiência se sintam valorizadas”, destacou.

Resultados que confirmam o investimento

A entrega das cadeiras integra o projeto “Parabadminton – Superando Limites”, selecionado pelo Siespi. A proposta tem como foco promover a inclusão socioeconômica por meio do esporte, incentivando a autoestima e autonomia de pessoas com deficiência física ou motora, com idade entre 12 e 35 anos, desde iniciantes até atletas em nível competitivo.

Quem propôs o projeto foi a paratleta Laisa Santos, cadeirante e praticante da modalidade há mais de 12 anos. "No ano passado, estávamos com necessidade de novas cadeiras, inscrevemos o nosso projeto e fico muito feliz com essa aquisição”, disse.

 Laisa Santos, cadeirante e praticante da modalidade há mais de 12 anos (Foto: Ascom Secepi)

O técnico Rhuan Braz observou que o suporte institucional é decisivo para o avanço técnico dos atletas. “Todos eles têm potencial para chegar ainda mais longe. Sem essa ajuda, não conseguiríamos dar esse passo. Agradecemos demais por esse apoio e incentivo ao paradesporto”, afirmou.

Já a professora Mara Jordana destacou o impacto da iniciativa também no ambiente acadêmico. “Como qualquer esporte, o paradesporto precisa de investimento para que esses atletas avancem ainda mais, tanto dentro da universidade quanto pelo mundo afora. Eles ganham, a UFPI ganha e os estudantes também ampliam suas experiências com o esporte adaptado”, disse.

Cadeiras têm padrão internacional Foto: Ascom Secepi)

Fonte: Governo do Estado

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