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Governo inicia licitação de estudo para obra da Barragem de Castelo com recursos do PAC

O estudo será custeado com recursos do Novo PAC, na ordem de R$ 21,25 milhões. Obra proporcionará fortalecimento da economia e segurança hídrica

Da Redação

Domingo - 12/04/2026 às 10:10



Foto: Thiago Amaral Cânion do Rio Poti, na cidade de Castelo do Piauí
Cânion do Rio Poti, na cidade de Castelo do Piauí

O Governo do Piauí deu o primeiro passo para tirar do papel a construção da Barragem de Castelo, no Rio Poti. Com um aporte de R$ 21,25 milhões garantidos pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento- PAC, o Estado iniciou o processo de licitação para contratar o estudo de viabilidade técnica e ambiental da obra. 

O empreendimento, que será erguido entre os municípios de Castelo e Juazeiro do Piauí, é uma demanda histórica para garantir a segurança hídrica em uma região marcada por estiagens prolongadas.

De acordo com o Instituto de Desenvolvimento do Piauí (Idepi), a barragem terá a capacidade de acumular mais de 1 bilhão de metros cúbicos de água. Além de assegurar o abastecimento humano para cidades como São Miguel do Tapuio, Alto Longá e Beneditinos, a estrutura servirá de suporte para a produção agrícola e ajudará a regularizar as águas do rio Poti, atraindo novos investimentos para o território piauiense.

Atualmente, o projeto está em fase de montagem do edital, que deve ser lançado ainda neste primeiro semestre pela Secretaria de Planejamento (Seplan). 

Felipe Eulálio, diretor do Idepi, destaca que a obra vai muito além da infraestrutura, possuindo um caráter humano ao levar dignidade para populações que convivem há décadas com a incerteza do acesso à água. O estudo de viabilidade será fundamental para definir os custos finais e os impactos ambientais precisos da construção.

“Acima de tudo, essa é uma iniciativa de caráter humano. A barragem dialoga diretamente com a história de diversos municípios piauienses que convivem, há décadas, com a incertezas quanto ao acesso à água. Estamos trabalhando para mudar essa realidade, garantindo mais dignidade, qualidade de vida e oportunidades de desenvolvimento para essas populações”, afirmou.

Fonte: Secom/PI

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