O Ministério da Educação (MEC) está oferecendo, neste ano, 26 mil vagas do Programa Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades para acesso de estudantes da rede pública de ensino à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Partiu IF). Os editais de seleção já estão sendo publicados pelas instituições que irão oferecer o curso em 2026. As vagas são distribuídas por meio de sorteio.
O programa oferece vagas para cursos de Ensino Médio além daquelas previstas nos editais de seleção
O programa Partiu IF oferece vagas para cursos de Ensino Médio além daquelas previstas nos editais de seleção de cada um dos Institutos Federais. Em 2024, as matrículas na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica passaram de 1,5 milhão, segundo o Censo Escolar.
O primeiro passo para se inscrever é acessar o edital no portal oficial da instituição de escolha. A lista completa das instituições participantes está disponível na página do programa. No edital, o estudante pode consultar o local de inscrição mais próximo de sua residência e a data do resultado do sorteio. As aulas estão previstas para começarem em abril.
Para concorrer, o estudante deverá comparecer ao local indicado no edital e apresentar, no ato da inscrição, documentos comprovatórios, como RG ou Certidão de Nascimento; CPF; comprovante de residência; e declaração de matrícula em escola pública. No caso dos candidatos que querem concorrer a vagas de ação afirmativa (baixa renda, negros, pardos, indígenas e pessoa com deficiência), o edital da instituição também define a documentação necessária que deve ser apresentada em cada caso. Com a inscrição confirmada, basta aguardar o resultado do sorteio e realizar a matrícula, caso seja selecionado.
Quem pode concorrer
O Partiu IF busca facilitar o acesso ao ensino médio técnico ofertado pela Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica a adolescentes em situação de vulnerabilidade, ao reduzir desigualdades de aprendizado em matemática, língua portuguesa e ciências da natureza, e enfrentar os impactos da pandemia da covid-19 na aprendizagem. Além disso, o curso oferece acompanhamento psicopedagógico, orientação acadêmica e oficinas de redação. A carga horária total é de 320 horas.
O público do programa são estudantes do 9º ano que cursaram integralmente o ensino fundamental na rede pública e são pertencentes a grupos prioritários definidos pela Lei de Cotas: aqueles oriundos de famílias com renda por pessoa de até um salário mínimo; negros; indígenas; quilombolas; e pessoas com deficiência. Os alunos matriculados receberão uma bolsa de R$ 200 por mês, durante oito meses. O pagamento da ajuda de custo para permanência será feito pelas instituições, após o início dos cursos.
Fonte: Agência Gov
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