Uma campanha solidária iniciada por familiares e amigos busca dar forças à jornalista piauiense Eli Lopes em sua batalha por recuperação. Desde que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico em janeiro de 2025, a comunicadora enfrenta sequelas motoras e visuais que a afastaram do trabalho e comprometeram sua independência . A campanha busca arrecadar fundos, via PIX, para custear terapias especializadas que ampliem suas chances de evolução no tratamento.
O impacto do AVC na vida de Eli Lopes foi profundo e imediato. A jornalista, de 52 anos , teve a rotina interrompida na noite de 28 de janeiro de 2025, quando passou mal em casa, na frente do filho de 12 anos. Levada às pressas para o Hospital Unimed Primavera, em Teresina, ela precisou ser internada na UTI e passou por um período de entubação.
Após 17 dias internada e receber alta em fevereiro, Eli começou a lidar com as sequelas deixadas pelo AVC isquêmico, tipo mais comum, responsável por 85% dos casos, que ocorre pela obstrução de uma artéria no cérebro. A jornalista ficou com o braço e a perna esquerdos comprometidos e perdeu parte da visão periférica do olho esquerdo.
Atualmente, ela se locomove com auxílio e enfrenta dificuldades para realizar tarefas simples. “Não tenho uma dependência, uma mobilidade e tudo o que eu queria era só isso, pra cuidar do meu filho, da minha casa, voltar à trabalhar normalmente, mas ainda não tenho isso. É uma luta muito difícil, muito árdua, porque ela é muito lenta”, desabafou em entrevista recente.
Apesar dos desafios, Eli não está sozinha. Atualmente, ela realiza sessões de reabilitação no Centro Integrado de Reabilitação (CEIR), instituição que tem sido essencial em seu processo de recuperação . No entanto, para potencializar os avanços e ter acesso a terapias complementares que o sistema público não cobre, a jornalista precisa de recursos financeiros. Foi com esse objetivo que amigos e familiares lançaram uma mobilização solidária.
“Ela teve parte do corpo paralisado e, mesmo com o decorrer dos procedimentos, a jornalista diz que ainda não consegue ter independência e precisa de ajuda até para por um brinco na orelha”, relata a campanha, destacando a importância de um tratamento mais intenso para que Eli possa retomar as atividades da rotina e, futuramente, voltar ao trabalho .
Dedicação ao jornalismo
Carismática e conhecida pela simplicidade e profissionalismo, Eli Lopes construiu uma trajetória sólida na imprensa piauiense. Sua voz e talento se destacaram tanto atrás quanto na frente das câmeras, atuando como repórter e apresentadora em diversos veículos de comunicação.
Ao longo da carreira, Eli trabalhou em importantes redações do estado, como Jornal Diário do Povo, Jornal O Dia, Grupo Meio Norte, TV Cidade Verde e TV Meio Norte. Mais recentemente, ela era uma das vozes do programa "Crime e Castigo" na Rádio Jornal (90.3 FM) e também atuava como assessora de comunicação na Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (Sesapi) .
Quem a conhece, garante: sua cognição e comunicação, marcas registradas de sua profissão, permanecem intactas . A esperança é que, com a ajuda necessária, ela possa em breve superar as barreiras físicas e voltar a fazer o que mais ama.
Como ajudar
Diante da nova realidade da jornalista, qualquer contribuição é bem-vinda para auxiliar nos custos do tratamento, que vão desde terapias especializadas a cuidados que não são possíveis de arcar no momento. As doações podem ser feitas via PIX para a chave: (86) 99982-9692
Além das doações, o compartilhamento desta campanha nas redes sociais e grupos é uma forma poderosa de ampliar a rede de solidariedade e ajudar a jornalista Eli Lopes a conquistar de volta sua independência, dignidade e o reencontro com sua profissão.

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